Só para distrair
July 12th, 2006Citando Javier Marías em Amanhã, na batalha, pensa em mim:
“Deixe eu falar com ele para dar boa noite. Está muito aceso e se falar com você vai ficar ainda mais excitado e não vai haver quem o consiga fazer dormir (…) Tudo aquilo era absurdo do meu ponto de vista, porque o menino, de quase dois anos, segundo a mãe, falava de maneira rudimentar e apenas inteligível, e Marta tinha de decifrá-lo e traduzi-lo, as mães como primeiras decifradoras e tradutoras do mundo, que interpretam e depois formulam o que nem sequer é língua (…)”
Tradução por todo lado.




